Super-Heróis no Cinema e nos Longas-Metragens da TV

01/10/2009

Por Michelle Ramos.

Super-Heróis no Cinema e nos Longas-Metragens da TV é o mais novo livro lançado pela Editora Europa, com 148 páginas, escrito pelo jornalista e crítico de cinema André Morelli, o livro reúne 150 destas adaptações, com resenhas, fichas técnicas, mais de 1.000 fotos e curiosidades sobre as revistas nas quais se basearam. “O critério foi indicar filmes que se inspiraram em HQs. Essa regra só foi quebrada em histórias que brincam com os clichês dos super-heróis, caso da comédia Heróis muito Loucos ou outros que não são exatamente super-heróis, mas aventureiros”, explica o autor no release.

A obra é ilustrada com mais de 1.000 fotos e traz fichas técnicas e curiosidades sobre as revistas que inspiraram os filmes

André Morelli é leitor de quadrinhos desde os cinco anos e a primeira adaptação de um super-herói a que assistiu no cinema foi Batman (1989), de Tim Burton. Formado em História, o autor é repórter da revista Mundo dos Super-Heróis, onde escreve sobre quadrinhos e cinema.

O livro é uma extensão do nosso trabalho na Mundo dos Super-Heróis”, diz Manoel de Souza, editor da revista e do livro. “Nosso desafio foi reunir todas estas produções e transmitir as informações mais importantes de forma didática e divertida. É um livro voltado tanto para fãs de HQs quanto de cinema”.

O autor garante ter assistido a todos os filmes resenhados no livro, num trabalho que levou mais de um ano para ser concluído. “Como fã de quadrinhos e de cinema, eu já tinha assistido à maioria deles. Para os mais obscuros, tive acesso às coleções particulares de alguns amigos e para aqueles difíceis de verdade, a Internet foi essencial”, lembra Morelli.

Super-Heróis no Cinema e nos Longas-Metragens de TV traz, ainda, uma compilação dos cartazes promocionais dos 150 filmes listados e pode ser adquirido em grandes livrarias ou na própria Editora Europa, pelos telefones (11) 3038-5050 (grande SP) ou 0800 55 7667 (outros estados). Quem preferir pode comprar pela internet no site www.europanet.com.br – Confira mais sobre o livro clicando aqui.

Preço: 39,90


6º Festival Internacional de Quadrinhos – BH

29/09/2009

Por Michelle Ramos.

O 6º Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte já esta próximo, o FIQ terá inicio no dia 6 de Outubro e continuará até ao dia 12, trazendo oficinas, exposição, mesa redonda, bate papo, entrevistas, animação seção de cinema, Sessão de autógrafos, e diversos lançamento de revistas independes.

O festival, um dos mais prestigiados do Brasil, traz em sua programação vários artistas brasileiros e internacionais de grande importância no mercado de quadrinhos, este ano o Festival comemora o Ano da França no Brasil.

O festival acontecerá no Palácio das Artes e no Parque Municipal. Confira a programação completa no site do evento clicando aqui. A Entrada é gratuita.


Animação e co-produção de cinema brasileiro no Canadá

09/09/2009

Por Michelle Ramos, sobre o release.

Cerca de 30 pessoas discutiram ontem 8 de Setembro, a animação brasileira no I UpTo3´. O evento faz parte da terceira edição do BRAFFT – Festival de Cinema Brasileiro em Toronto, que termina hoje, no Canadá. Os painéis contaram com o patrocínio do Cinema do Brasil e apoio do Consulado Geral do Canadá e os palestrantes vieram dos Estados Unidos, Canadá e Brasil.

No programa foram apresentados casos de sucesso na integração de diferentes mídias com Tom McGillis (da Fresh TV, criador e produtor do “Total Drama Island” e “Stoked”), Matt Hornburg, co-criador da “Marble Media”, associado da “Fresh TV” e da “Stoked” e   Cynthia Taylor, da Xenophile (produtor de game – responsável pela produção do conteúdo digital do Total Drama’s Island’s) e o da Secret Location, apresentado por James Milward.

À tarde foram apresentados pelos advogados americanos Carl Brundtland e Maria C. Miles os elementos essenciais em contratos de cessão de direito e 18 projetos do programa ANIMA TV contemplados com o apoio da TV Cultura e Ministério da Cultura para produção de episódio-piloto e projeto completo de série.

O UpTo3´

UpTo3´(www.upto3.ca) é uma mostra de filmes de animação com até 3 minutos, produzidos para novas mídias. Ele é um filhote do BRAFFT – Festival de Cinema Brasileiro em Toronto e este ano ganha vida própria com o seminário I UpTo3´ – Integração de Novas Mídias. O evento é dirigido por Cecília Queiroz (Puente), Bárbara de la Fuente (Southern Mirrors), Sílvia Prado (Cinema Animadores), Gil Caserta (Braziltoonz).

Mais informações:
Puente Agência de Comunicação
Jornalista Responsável: Cecília Queiroz (MTb 42AM) – 11-8133-0010

Criação de curta-metragem em vídeo digital

24/08/2009

Por Michelle Ramos, sobre o press release.

Foi lançado este mês pela Summus Editorial o livro Criação de curta-metragem em vídeo digital. O livro é de autoria do dramaturgo e roteirista Alex Moletta.

O livro pretende apresentar uma proposta de trabalho para a criação, organização e realização de curtas-metragens em vídeo digital para produções de baixíssimo custo, possibilitando que qualquer pessoa interessada em fazer cinema crie e produza seus vídeos com estética cinematográfica. Um guia imprescindível para interessados em cinema.

Em linguagem simples e direta, o livro possibilita que qualquer pessoa interessada em fazer cinema crie e pro­duza seus vídeos com estética cinematográfica. A obra esta pode ser adquirida ao preço de R$: 37,40 através do Grupo Summus ou na Livraria Cultura.

O Livro tem 144 páginas, em formato 17.0 x 24.0 cm. É possível ler o
sumário e as primeiras páginas deste livro clicando aqui.


Prévia do filme “Ivete Stellar e a Pedra da Luz”

18/08/2009

Por Michelle Ramos.

Anda de “vento em popa” a produção da animação Ivete Stellar, animação da personagem inspirada na cantora Ivete Sangalo.

A produtora Cacomotion, empresa do grupo Caco de Telha Entretenimento, é a responsável pelo desenvolvendo o longa-metragem de animação “Ivete Stellar e a Pedra da Luz”; O filme, criado e dirigido por Renato Barreto, conta com cerca de 80 minutos de duração, e será a primeira animação do tipo produzida inteiramente no Brasil.

Usando os recursos mais modernos em animação 3D, Ivete Stellar e a Pedra da Luz conta a história de uma jovem cantora que precisa lutar contra um maligno imperador para restaurar a alegria que existe no universo. O projeto, em fase de produção e captação de recursos, ainda não tem data prevista para lançamento, porém é um filme de projeção internacional, voltado para todas as idades.

Confira acima uma prévia da animação divulgada pela Cacomotion.


Arte na Praça, com o artista plástico Dácio Bicudo

13/08/2009

Por Michelle Ramos sobre o press release.

No próximo dia 15 de agosto, a partir das 14h, O Arte na Praça, apresenta no Espaço Plínio Marcos, na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, o diretor e artista plástico Dácio Beraldo Bicudo. Bicudo, artista multifacetário, é arte-educador, ator, dirige filmes, trabalha com intervenção urbana, arte eletrônica, performance, desenho e vídeo.

Quem indicou Bicudo foi o artista, e participante duas vezes do Arte na Praça, José Roberto Aguilar, e a primeira coisa que me veio à cabeça foi o que será que Dácio Bicudo vai fazer naquele espaço?“, conta a coordenadora do Arte na Praça, Cristina Livramento “Camaleoa”. Bicudo, com uma característica forte de multimídia, usa de várias ferramentas para fazer e mostrar sua arte, principalmente o espaço público. Para ele, a arte de rua refaz o caminho da expressão, ou seja, pública. “Além de que o alcance da ação é gratificante porque você lida com o povo que não está acostumado a estar em galerias e museus.”

Uma vez Dácio Bicudo disse que ele pintava porque existiam paredes e questionado se isso significava, de certa forma, que a arte é sempre nova, original e que sempre há um espaço para mostrá-la, explica. “Acredito que o artista tem um olhar especial e que não precisa produzir arte para ser considerado um artista, então, toda sua produção, é uma tentativa de participar do mundo que às vezes se faz sem sentido. Se ele coloca arte em forma de tela na parede ou não é uma discussão secundária diante da complexidade da função do artista.

Para o próximo Arte na Praça, é esperado uma intervenção no Espaço Plínio Marcos. “No sábado pretendo atrair os sentidos pela criação de um lugar ocasional de convívio com um grande-objeto lúdico em volta do qual seremos brevemente felizes, espero.” Nessa 6ª edição, além de Dácio Bicudo, o Arte na Praça conta com a participação da artista Sandra Martinelli. Para Cristina Livramento, o projeto tem uma beleza singular porque a experiência do artista com o espaço, a troca entre público, artista e o próprio espaço é sempre única. “Interferimos na movimentação da feira, no olhar de cada expositor e de cada pessoa que passa por ali. A expressão no rosto de quem assiste o Arte na Praça é sempre de encantamento.” Para Dácio Bicudo o projeto interfere sim e de maneira positiva. “Toda experiência de sentidos é estimulante e em se tratando de arte, que é uma grande ferramenta da inércia criativa, melhor ainda.”

Saiba mais sobre Dácio Beraldo Bicudo aqui e aqui.
Saiba mais sobre Sandra Martinelli acessando seu blog pessoal clicando aqui.
 
Serviço:
Arte na Praça – 6ª edição com Dácio Bicudo
Espaço Plínio Marcos, tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, Pinheiros
Dia 15 de agosto de 2009, sábado, a partir das 14h.
 
Informações:
Jornal da Praça / Arte na Praça – Cristina Livramento plazajornal@gmail.com
- (11) 3083-7788 e (11) 7499-4299 – http://plazajornal.blogspot.com/
Edson Lima / O Autor na Praça – edsonlima@oautornapraca.com.br
- (11) 9586-5577
Realização: Jornal da Praça & AAPBC
Apoio: O Autor na Praça, TV da Praça, Restaurante Consulado Mineiro, Cantinho Português, Restaurante Quero Quilo & Barraca da Ângela

Lançada a edição #116 do fanzine Juvenatrix

14/05/2009

Por Michelle Ramos.

O Fanzine Juvenatrix, dedicado a temas como Horror e ficção Cientifica e editado por Renato Rossati; chega a sua edição #116 com capa de Dimitri Kozma.

A publicação apresenta, noticias, dicas, divulgação e resenhas do mundo independente, entre bandas e revistas do gênero.

Ainda na publicação são publicados contos como: “Culpa”, por Dimitri Kozma; “O Capitão Barbosa” por Miguel Carqueija; Os “Primeiros Serão os Últimos” por Matheus Ferraz; “No inferno, algumas coisas nunca mudam…” por Carlos Relva; quatro contos “Madeleine, a Última”, “Geléia, Geléia”, ”Yukas, os Demônios da Luz”, “Mirandolina”, “a Bruxa dos Besouros” são escritos por Rita Maria Felix da Silva.

Também temos na edição algumas resenhas como: Os Vendedores de Felicidade (The Joy Makers), de James Gunn, por Marcello Simão Branco; tres resenhas como “Monstros vs. Alienígenas”, “Filhos das Trevas”, “Martyrs” escritos por Renato Rosatti; “Dia dos Namorados Macabro 3D (2009)” por Marcelo Milici; “Dia dos Namorados Macabro (1981)” por Felipe M. Guerra; e “Plano 9 do Espaço Sideral” por Gabriel Paixão

Para adquirir a edição, basta solicitar o envio gratuito por e-mail  renatorosatti@yahoo.com.br

Conheça mais dos trabalhos do editor visitando os links abaixo:

www.infernoticias.blogspot.com & www.juvenatrix.blogspot.com


Lançada a quarta edição da Café Espacial.

06/05/2009

Por Michelle Ramos.

Já esta a venda o quarto número da Revista independente Café Espacial, a publicação traz as HQs: Vida enquanto sonho (de Allan Ledo), K for knife (de Biu e Shiko Leite), Intercâmbio insólito de ideias absurdas (de Daniel Esteves e Mario Cau), Ping pong: platonismo orkutiano (de Sueli Mendes) e Um quadrinho (de Vinícius Mitchell e Fábio Lyra). A seção Café Literário traz os contos Contramão (de Sergio Chaves), Maldita Sandra (de Jana Lauxen) e Superfície (de Vivian Pizzinga).

A edição traz também: a seção Além do cinema, retratando a obra do cineasta Tim Burton (por Talita Prado); ilustrações de Laudo Ferreira; fotografias de Laura Gattaz; a seção Mais uma dose (por Elias Lascoski); a seção Arte revelada, com fotografias de Marcelo Kubotsu; e na seção Cafeína pura! entrevista com a banda The Cleaners (por Lídia Basoli) e resenhas do álbum Expurgo de Monaural.

A capa da edição é de autoria do artista Shiko.

Café Espacial #4 possui 60 páginas, formato 14×21cm, capa colorida e miolo em preto e branco. Custa R$ 5,00 + R$ 1,00 para despesas postais.

Para comprar a edição vista o site da Revista clicando aqui.


Festival exibe melhor do cinema trash nacional em SP

24/04/2009

Cinema de Bordas reúne de ‘clássicos’ do VHS a filmes de internet.

 

Vigilantes aposentados resolvem vestir as fantasias e se reunir depois que um dos integrantes do grupo é misteriosamente assassinado. O roteiro é familiar: “Watchmen”, adaptação de quadrinhos multimilionária lançada no mês passado, segue a mesma linha, mas desta vez estamos a quilômetros de distância de Hollywood. Trata-se do média-metragem “O assassinato da Mulher Mental”, um dos 17 filmes de baixíssimo orçamento que integram a mostra Cinema de Bordas, aberta nesta quarta-feira (21) em São Paulo e em cartaz até o próximo domingo, no Itaú Cultural.

 
Escrito, dirigido, editado e interpretado por Joel Caetano, o filme de super-heróis brasileiros foi gravado em São Paulo e é uma homenagem aos heróis dos quadrinhos americanos. “Tem o Híper-Homem, que é um Superman brasileiro; a Mulher Mental, que tem o poder de ler a mente e da telecinese, e o Bruma, que anda nas sombras“, enumera Caetano, que é formado em Rádio e TV, já produziu 11 curtas independentes e conseguiu envolver a mulher, a cunhada, amigos e até o sogro e a sogra nas brincadeira. “Eles já foram atores na década de 60. Então juntamos a fome com a vontade de comer“, explica.


Gravado em São Paulo, com um orçamento de R$ 800, efeitos especiais produzidos no computador e divulgação praticamente toda na internet, “O assassinato da Mulher Mental” é um bom exemplo do que um dos curadores da mostra, Gelson Santana, chama de terceira onda do cinema de bordas. “É uma geração nova, que faz tudo em digital, usa o YouTube e não tem grandes pretensões de mercado”, explica o professor de mestrado em comunicações da faculdade Anhembi Morumbi.

 

Clássicos da borda

Foi na mesma faculdade que se realizou, em 2008, a primeira edição do festival. Naquela ocasião, porém, só entraram os “clássicos”, nas palavras de Santana, que organiza a mostra junto com a também professora Bernadette Lyra. Os clássicos, geralmente gravados em fitas VHS e que também fazem parte da mostra atual, incluem nomes como os de Simião Martiniano, camelô de 70 anos que há décadas produz e vende seus filmes de ação no mercado do Recife, Seu Manoelzinho, que já contabiliza “mais de 50 filmes” todos rodados em sua cidade natal, Mantenópolis, interior do Espírito Santo, e Júnior Castro, de Manaus, autor da trilogia “Rambú”, o Rambo da Amazônia.


Em comum, explica Santana, eles têm a característica de explorarem aspectos próprios das comunidades onde vivem seus realizadores. “Faço para mostrar aqui mesmo, no município. A gente arranja um projetor emprestado com a prefeitura e mostra o filme na praça e nas cidades vizinhas”, revela Seu Manoelzinho, 50, que desde que ficou famoso na região por conta de seguidas reportagens na TV, diz que não tem percebido mais a mesma camaradagem da parte dos concidadãos mantenopolitanos. “Antigamente os atores iam porque gostavam. Agora, depois que comecei a aparecer muito na televisão, os atores já estão cobrando de mim o dia de trabalho. Hoje eles cobram R$ 30 por dia, e ainda querem o lanche e a comida lá“, reclama o diretor de “Rico pobre”.

 

 

Invasão de zumbis

Mais caro da mostra (R$ 50 mil), o terror trash “Mangue negro” também carrega traços do “comunitarismo” detectado por Santana e Lyra nas produções do cinema de bordas. Dirigido pelo artista plástico Rodrigo Aragão e rodado literalmente no quintal de sua casa, o longa conta a história de uma comunidade de pescadores e catadores de caranguejos de uma aldeia em Guarapari (ES) que é atacada por uma onda de zumbis. Inspirado em produções de terror como “A madrugada dos mortos” e “A hora do espanto”, o longa 100% independente é talvez um dos exemplos mais bem-acabados e premiados da seleção.

“O sucesso é que fiz um filme muito para mim. Sou fã desse gênero ’splatter’ [filmes de terror com doses generosas de sangue e objetos cortantes] e coloquei tudo o que eu tinha vontade de ver”, explica Aragão, enumerando entre os caprichos o uso de 700 litros de sangue artificial, machados e “muitas, muitas” cabeças degoladas. 

 

Os fãs de zumbis, aliás, terão um prato cheio (de vísceras?) na programação do festival. Mais comum entre os realizadores da geração atual, o gênero ressurge em “Era dos mortos”, do mineiro Rodrigo Brandão, “Zombio”, do catarinense Petter Baiestrof, e o sugestivo “A capital dos mortos”, de Tiago Belotti, que transforma as desertas avenidas de Brasília em terreno ideal para o caminhar dos mortos-vivos.

“O cinema brasileiro é muito centralizado em nossas mazelas reais – tráfico, policial corrupto, pobreza, seca no Nordeste… Não temos muito o prazer de ver pessoas brasileiras passando por coisas incríveis como uma cidade sendo explodida por alienígenas ou como palco para as aventuras de um Superman”, sugere Aragão. “São coisas que eu adorava quando criança. E acho que tem uma geração nova que está começando a produzir, os festivais estão crescendo. Estamos no início de uma coisa muito bacana”, avalia.

  

Mostra Cinema de Bordas

Quando: de 22 a 26 de abril
Onde: Sala Itaú Cultural – 247 lugares (Av. Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô, tel.: 11 2168-1776/1777)
Quanto: entrada franca (ingressos distribuídos com meia hora de antecedência) 

 

Fonte: http://www.g1.com.br/


Cinema BR: Os Indicados para o Grande Prêmio Vivo

13/03/2009

Por Michelle Ramos

 

Na noite de 14 de abril serão divulgados os vencedores do Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro. As escolhas dos indicados em 25 categorias foram feitas pelos cerca de 300 membros da Academia Brasileira de Cinema.

 

Os indicados para melhor longa de ficção são Ensaio Sobre a Cegueira, de Fernando Meirelles, O Banheiro do Papa, dos uruguaios César Charlone e Enrique Fernández (trata-se de uma coprodução entre Brasil, Uruguai e França), Linha de Passe, de Walter Salles e Daniela Thomas, Estômago, de Marcos Jorge, e Meu Nome Não É Johnny, de Mauro Lima.

 

Os dois últimos são campeões em indicações, com 14 cada um. Os dois atores principais deles, João Miguel e Selton Mello, respectivamente, e seus diretores estão disputando (os atores, com Ary Fontoura, de A Guerra dos Rocha, César Trancoso, de O Banheiro do Papa, Stepan Nercessian, de Chega de Saudade, e Wagner Moura, de Romance).

 

Na categoria melhor atriz, estão no páreo Cássia Kiss (Chega de Saudade), Cláudia Abreu (Os Desafinados), Darlene Glória (Feliz Natal), Leandra Leal (Nome Próprio) e Sandra Corveloni (Linha de Passe).

 

Pela segunda vez, a Vivo patrocina o prêmio (que foi criado em 2002, com a Academia, e já foi da BR Distribuidora e da TAM). Este ano, o cineasta Nelson Pereira dos Santos será homenageado. A cerimônia, que será transmitida pelo Canal Brasil, lembrará trilhas sonoras que marcaram a filmografia brasileira.

 

Fonte: Paraná Online